Filmes:
Domingo | 12 de fevereiro
YellowCake - Brock Williams
A Sede do Urânio por Água - Norbert G. Suchanek & Marcia
Gomes Oliveira
Urânio em Nisa Não! - Norbert G. Suchanek
2º feira | 13 de fevereiro (Sessão mais dirigida ao ensino)
YellowCake - Brock Williams
Urânio em Nisa Não! - Norbert G. Suchanek
Depois dos filmes haverá debate com a presença dos
realizadores do 2º e 3º documentário e especialistas.
YellowCake

Sinopse
Da exploração à produção de combustível, este documentário
relata a contaminação, o alto consumo de água, a geração de
resíduos tóxicos e radioactivos, os custos do contribuinte
americano com os subsídios do governo a esta exploração,
os impactos na saúde e as emissões de CO2 que são causados
pelo ciclo do combustível nuclear. Cada fase tem o seu
próprio impacto de devastação ao meio ambiente e à população em redor, nos aspectos socioeconómicos, saúde e
segurança. Este filme lança um olhar mais profundo sobre
factos que são frequentemente deixados de lado. Os EUA
estão no caminho do Yellowcake. Diante desta informação
devemos fazer a pergunta necessária: É isto o que realmente
queremos? Este pequeno documentário foi criado por Boxcar
Films, em 2009, para explorar o “front-end” da produção de
combustível nuclear. A curta foi financiada pelos Cidadãos
do Colorado Contra Lixo Tóxico.
Ficha Técnica
Titulo Yellowcake
Realização Brock Williams
Género Documentário
Duração 10’ / cor
Áudio inglês/legenda português
Nacionalidade EUA
Ano de Lançamento 2009
A Sede do Urânio por Água

Sinopse
Este documentário é sobre a mineração e prospecção de
urânio na Namíbia, os seus efeitos sobre a população local,
o meio ambiente e a escassez de água no Vale Kuiseb. A
Namíbia tem duas minas de urânio, outras dez estão em
plano. A exploração está a acontecer no território do
povo Topnaar-Nama. Os seus recursos naturais e as suas
próprias vidas estão em perigo. A mineração de urânio não
apenas produz poeira radioactiva, também desperdiça enormes
quantidades de água, destruindo a terra natal dos Topnaar-Nama. O foco do filme é as aldeias Nama ao longo do Vale
Kuiseb e o Rei Nama Samuel Khaxab que iniciou uma campanha
para informar o seu povo sobre os riscos ambientais e da
radioactividade causados pelas minas de urânio. Queremos
parar a mineração de urânio, diz ele.O povo indígena Nama é parente dos San, no Kalahari. Eles compartilham a mesma
família linguística com base nos sons de estalos click-
clack. Situados ao sul da África, entre Angola e África do
Sul, os Nama (chamados também de Hottentot) foram primeiro
explorados pelos colonizadores britânicos e alemães que
os expulsaram da maior parte das suas terras ao longo da
costa da Namíbia, devido à grande quantidade de diamantes
que possuíam. Depois, foram colonizados pela África do Sul
e seu aparthaid. Hoje, expulsos de quase totalidade de seu
território em nome da conservação da natureza. O que lhes
resta é o Vale Kuiseb.
Ficha Técnica
Titulo A Sede do Urânio por água
Realização Norbert G. Suchanek & Marcia Gomes de Oliveira
Género Documentário
Duração 27’ / cor
Áudio inglês/legenda português
Nacionalidade Brasil/Alemanha
Ano de Lançamento 2010
Urânio em Nisa Não!

Sinopse
Nisa é um exemplo de
sustentabilidade local.
Nesta pequena vila, ao norte do Alentejo, cidadãos e
cidadãs se manifestaram contra a ameaça da mineração de
urânio, antes que ela viesse a se concretizar. O filme é uma homenagem a este movimento de prevenção exemplar
para o mundo, em um dos países onde começou a era atômica.
As primeiras minas de mineração de Portugal forneceram
a matéria prima para o Laboratório de Marie Curie, em
Paris, e aos laboratórios criadores das bombas atómicas nos
Estados Unidos e Inglaterra.
Ficha Técnica
Título Urânio em Nisa Não!
Realização Norbert G. Suchanek
Produção Marcia Gomes de Oliveira
Género Documentário
Nacionalidade Alemanha/ Brasil
Duração 20’ / cor
Ano de Lançamento 2012
Estreia Mundial
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